Quando a visita é a melhor escolha
Casos de risco alto apontados na autoavaliação ou queixa de dor ou desconforto.
Situações em que a NR-17 exige a AET: avaliação mais aprofundada, ações insuficientes, sugestão do PCMSO ou causa ligada ao trabalho em acidente ou doença (item 17.3.2).
Trabalho manual e industrial, com levantamento e transporte de cargas (17.5) ou ferramentas e equipamentos pesados (17.7.4).
Postos que dependem de medição no local, como iluminação, ruído e temperatura (17.8).
O que acontece na visita
1
Análise da demanda
Entender o motivo da avaliação e reformular o problema quando for o caso, como prevê a etapa inicial da AET (17.3.3).
2
Observação da atividade
Ver o trabalho como ele é feito de verdade: posturas, ritmo, alcance, pausas e meios técnicos disponíveis (17.4.1).
3
Escuta dos trabalhadores
A NR-17 exige que os empregados sejam ouvidos na AEP e na AET (17.3.8).
4
Ajustes e recomendações
Os ajustes simples são feitos na hora. O restante vira recomendação e plano de ação, com restituição dos resultados aos trabalhadores (17.3.3).
Perguntas frequentes
Quem pode fazer a avaliação ergonômica?
A NR-17 não restringe a avaliação a uma profissão específica. Na prática, ela é feita por ergonomistas, fisioterapeutas do trabalho, engenheiros e técnicos de segurança do trabalho com formação em ergonomia.
A avaliação presencial substitui a autoavaliação?
Não. Em empresas com muitos postos de escritório, a autoavaliação guiada cobre todo mundo e a visita presencial vai para os casos que precisam dela.
Fontes
Conferido em 27/10/2026.